O Repouso do Guerreiro

Há 5 anos atrás eu estava em um sebo em busca de algo que eu não sabia o quê exatamente.
Acredito que os livros surgem em nossas mãos quando precisamos deles de alguma maneira e foi assim que “O Repouso do Guerreiro” de Christiane Rochefort veio parar em minhas mãos.
A personagem Geniviève salva um alcoólatra (Renaud) do suicídio e a partir daí, envolve-se em uma paixão devoradora tanto física quanto moral.
Ao decorrer da leitura deparei-me com a decadência de uma mulher que faz tudo por amor e de como ela descreve sua relação emocional e sexual com Renaud.
Até que ponto nos perdemos em nome de uma paixão? E afinal qual é a tênue divisão entre moral, obsessão, dignidade e prazer?
Então mergulhei na ebriedade de Geniviève.  Esse livro que foi marcante para mim naquela época, e esses dias enquanto arrumava minha estante, lembrei-me dele e resolvi escrever aqui.
Publicado em 1958, traduzido e editado pela Editora Abril aqui no Brasil.

“Quase tenho medo dele: não pensará em me perder? Para onde me arrasto? Eis que meu cérebro começa a abrigar noções irracionais de pecado, de queda, de vício, de perdição.”

Comentários

  1. É tão bom entrar aqui e ver coisas lindas como essa!
    Adoro essas histórias de paixões que nos provocam diversas sensações dantes não experimentadas.

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  2. Paty, esse é o tipo de livro que eu gostaria de ter na minha estante.

    A "doce loucura" dos relacionamentos humanos é uma temática que sempre me fascina, intriga e, como você bem citou, enebria. :)

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  3. esse é o tipo de livro que eu gostaria de ter na minha estante. [2]

    Essas histórias de amor e obsessão, onde geralmente o final não é feliz, sempre me chamam atenção.

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  4. Me interessei, gostaria de ter esse livro também, tem um algo muito interessante nessa história.

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