18 junho 2013

O Mágico de Oz, de L. Frank Baum


O Mágico de Oz é um daqueles livros de criança que só fui saber da existência já depois de adulta, mas isso não me impediu que gostar dele e sim o contrário, adorei-o nas primeiras linhas.

Conheci a história através do filme musical de 1939 com Judy Garland no papel da Dorothy e me encantei, achei tudo muito lindo, a história, os diálogos, a cores. Um filme sensacional e até hoje é um dos meus preferidos. Assistindo a outro filme, o Garota Interrompida de 1999 foi que fiquei sabendo da existência do livro de L. Frank Baum por causa de uma personagem no filme que adorava o livro, só assim eu fui saber que o filme tinha sido inspirado na obra e desde este momento eu quis logo lê-lo. Ano passado eu ganhei o referido livrinho através de um sorteio do blog Aceita um leite? E fiquei muito feliz lógico, porque ganhei um livro e justo um livro que eu queria tanto!
Agora, vamos a história...

O livro é sobre Dorothy, uma garotinha que vive com seus tios Em e Henry em uma fazenda no Kansas. Já nas primeiras descrições notamos a vida tediosa que ela leva, naquele lugarzinho cinzento perdido no meio do nada, a companhia que ela tinha (fora seus tios) era o seu cãozinho Totó. Um dia acontece um grande tornado e ele acabou arrancando a casinha que Dorothy morava do chão e ela e o Totó foram parar em uma terra distante e estranha. Uma pausa aqui: Logo de início não tive como não lembrar do filme...a descrição dos habitantes, o ambiente, tudo me lembrava o filme e eu gostei de sentir essa compatibilidade filme x livro porque raramente as adaptações cinematográficas se igualam ao livro de origem.

Voltando...Dorothy foi recebida com muita alegria pelos moradores do lugar os Munchkins porque sua casa ao “pousar” esmagou uma velha bruxa que vivia atormentando os pobres habitantes da cidade, eles acharam que ela era uma bruxa boa e ela disse que na verdade era só uma menina e queria voltar para casa...a pequena recebeu sapatos prateados (que antes pertenciam a bruxa má e que a bruxa boa Glinda...permitiu que ela usasse para se proteger) e rumou para a Cidade das Esmeraldas com o Totó, onde os pequenos moradores da cidade e a bruxa boa disseram que ela encontraria o grande mago de Oz que era a única pessoa capaz de ajudá-la a voltar para casa. E é nesse momento que vão sendo introduzidos outros personagens na história.

Quem nunca ouviu falar no espantalho que queria um cérebro? Ou no leão covarde? Ou mesmo no homem de lata que queria um coração? Se já ouviu, sabe de que história eles vieram agora. E então a aventura de Dorothy e seus amigos começa.

Cena do Maravilhoso Clássico!

Eu sou suspeita ao falar de livro infantis. Eu gosto demais deles e passei a gostar mais ainda depois de adulta. E se você cresceu, mas tem um cantinho na sua imaginação que vai ser para sempre criança, deveria ler esse livro e descobrir o porque que "Não importa quão secas e cinzentas sejam nossas casas, nós, pessoas de carne e osso, preferimos viver lá do que em qualquer outro país, mesmo que seja bonito. Não existe lugar como nosso lar."  (Dorothy).